Não há pior do que a raiva que não posso extravasar. Acho que se pode morrer disso.
A mim deixa-me corada, com os calores e a vontade de fisicamente magoar alguém, devagarinho, até à morte. Mas às vezes temos mesmo de calar. Então tento canalizar essa avalanche de energia que me congela o sangue na Aorta para fazer qualquer coisa boa, debitar uma ou outra palavra apaziguadora e fazer qualquer coisa que amenize a estupidez na origem de tudo.
Se isto não é ser zen, não percebo o hype do budismo. Se isto é ser zen, gostava de saber como é que aquela gente trata das coronárias.
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