Natal

Casas quentes. Não me lembro de um Natal em que não tenha sentido calor. E o calor é tanto uma metáfora como literal. O Natal é tempo de rosetas, porque sou branca e esta é a minha sina. O Natal para mim são casas quentes e cheias. É uma ânsia que é mansa e que é doce. É o cheiro a canela e à fita cola que dá forma ao papel de embrulho. É correr do princípio ao fim e mesmo assim estar num tempo suspenso, em que a dança dos pensamentos cessa por uns instantes.

E ao dia 26, a vida volta outra vez.

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